
Quem somos
Terra agrícola para as próximas décadas.
A Frontier Asset Partners investe em terras agrícolas e recursos naturais.
Busca terra que já produz, mas abaixo do seu potencial, em três regiões de agricultura em escala, e trabalha com operadores locais para que ela produza mais, com metas de solo e de água em cada propriedade.
Onde a Frontier busca terra
17,1° S · 56,6° O
América do Sul
A Frontier atua no Brasil, na Argentina, no Uruguai, no Paraguai e na Bolívia. Do cerrado ao pampa: grãos, oleaginosas, café e pecuária.
América do Sul em detalhe25,8° S · 134,3° L
Austrália
Grãos de inverno, algodão e pecuária, com a maior parte da produção vendida no exterior. Na bacia Murray–Darling, a água é negociada à parte da terra.
Austrália em detalhe52,9° N · 100,6° O
América do Norte
Estados Unidos e Canadá, do Corn Belt às pradarias canadenses. Um mercado maduro, com dados públicos de solo e de preço da terra.
América do Norte em detalhe
Como a terra é escolhida.
A busca começa de longe, em dados públicos e imagens de satélite, passa por proprietários, corretores e operadores locais e termina na propriedade. Premissa que o campo e os documentos não confirmam fica fora do preço.

De longe
- Imagens de satélite da área
- Levantamentos oficiais de solo e de aptidão agrícola
- Chuva em séries longas, contando os anos secos
- Zoneamento agrícola de risco climático, onde existe
- Distância e frete até armazéns, processadoras e portos
- Séries públicas de preço da terra e de arrendamento
No campo e nos documentos
- Solo e aptidão agrícola, analisados na propriedade
- Água disponível na bacia e direitos de uso em dia
- Título, cadeia dominial e registro
- Obrigações ambientais cumpridas
- Histórico produtivo da área
- Operador local com histórico comprovado em anos bons e ruins
Da entrada à saída.
A estrutura de cada investimento é definida antes da compra. Operação e manejo seguem um horizonte medido em décadas, e a saída já entra no plano da compra.
Na entrada
Estruturação
Compra direta, sale-leaseback, sociedade com o proprietário ou arrendamento de longo prazo, conforme a terra, o país e os objetivos de cada lado. Antes de fechar, ficam definidos a governança, os incentivos de cada parte e os caminhos de saída.
Durante o investimentoHorizonte medido em décadas
Operação
O dia a dia fica com operadores locais, em arrendamento, parceria agrícola ou operação contratada. A Frontier define o plano e as metas, acompanha orçamento, produção e custos de cada safra e vai a campo conferir o que os relatórios informam.
Manejo responsável
Metas de solo, água, biodiversidade e condições de trabalho entram no plano de cada propriedade desde o primeiro dia, porque delas depende quanto a terra continua a produzir.
Na saída
Realização
Venda, recapitalização ou renovação de contratos, conforme o ciclo agrícola e o momento do mercado. Terra mais produtiva, com documentos e histórico de manejo claros, atrai mais compradores, de investidores institucionais a empresas do agronegócio.
A fronteira da produtividade.
Em inglês, “frontier” quer dizer fronteira. A Frontier busca terra que ainda produz abaixo do potencial e trabalha para fazer avançar a fronteira da produtividade sustentável: produzir mais por hectare usando menos água e menos insumo, e deixar o solo mais fértil.
As alavancas, em detalheAs alavancas de valor
Produtividade
Fertilidade construída, genética adequada, rotação de culturas e agricultura de precisão aproximam a terra do seu potencial. É a alavanca mais direta.
Água e irrigação
Segurança hídrica reduz a dependência da chuva, pode viabilizar mais de uma safra por ano e abre espaço para culturas de maior valor, sempre dentro do que a bacia suporta.
Infraestrutura e armazenagem
Armazéns, secadores, estradas internas e energia reduzem perdas e custo de frete, e dão à propriedade a liberdade de escolher quando vender.
Conversão de uso, quando sustentável
Pastagem degradada que vira lavoura, sequeiro que recebe irrigação, cultura anual que dá lugar a uma perene. Só segue quando a mudança é agronomicamente viável, permitida por lei e ambientalmente sustentável.
Com quem a Frontier trabalha.
Investidores, proprietários de terra e operadores locais. Com quem investe ou tem terra, a conversa começa em caráter reservado.
Investidores
Institucionais e family offices.
O que pode esperar
- Cada premissa conferida em campo e documentada antes de qualquer compromisso.
- Estrutura e contratos que alinham os interesses de todos os lados.
- Acesso pessoal ao Portal do investidor, onde ficarão documentos e relatórios.
Proprietários de terra
Quem tem terra e pensa em vender, arrendar ou formar parceria.
O que pode esperar
- Mais de uma forma de negócio: venda, sale-leaseback, sociedade ou arrendamento de longo prazo.
- Conversa reservada, e a área avaliada na propriedade e nos documentos.
- Regras de governança e de saída combinadas antes de fechar o negócio.
Operadores locais
Da região, escolhidos pelo histórico em safras boas e ruins, pela capacidade técnica e pela reputação.
O que pode esperar
- Metas e responsabilidades escritas em contrato.
- Plano e orçamento por safra, com visitas de campo regulares da Frontier.
- Parceria de longo prazo.
Princípios, na prática.
Valem para todas as propriedades, nas três regiões, da diligência à saída.
Os seis princípios de manejo responsávelHorizonte longo
Safras, ciclos de preço e a recuperação de um solo levam anos para mostrar resultado. Cada investimento é planejado nessa escala.
Rigor na entrada
Diligência profunda e premissas conservadoras. Pagar caro é o erro mais difícil de desfazer num investimento de longo prazo.
Interesses alinhados
Os contratos de cada investimento são escritos para que investidores, proprietários, operadores e a Frontier ganhem com o mesmo resultado: terra mais produtiva, safra após safra.
Solo, água e pessoas
Entram na diligência antes da compra e seguem com metas próprias enquanto a propriedade fizer parte do investimento.
Medir antes de afirmar
Cada indicador de manejo será publicado junto com o método de medição. Sobre carbono, nada se afirma antes de medi-lo com método reconhecido.
Perguntas frequentes
Terra, regiões e riscos
Em que tipo de terra a Frontier investe?
Em terra agrícola em produção, mas que rende abaixo do que poderia: grãos e oleaginosas, cana, café, pecuária, culturas irrigadas e permanentes. Converter uma área, como pastagem degradada em lavoura, exige que a lei permita e que a mudança seja ambientalmente sustentável.
Por que essas três regiões?
Porque reúnem agricultura de escala, produtores profissionais e mercados de terra estabelecidos, com climas, calendários de safra, moedas e regras da água diferentes. Investir nas três espalha os riscos de clima, de preço e de câmbio.
As três regiõesHá restrição para estrangeiro comprar terra?
Sim, e ela muda de um país para outro: vai da notificação ao governo, na Austrália, à proibição na zona de segurança de fronteira, na Bolívia. Cada aquisição passa por análise jurídica local, e a estrutura segue as regras de cada país.
Como os riscos são tratados?
Clima, preço e câmbio, questões jurídicas e fundiárias e a própria operação são mapeados na diligência e acompanhados enquanto o investimento durar. Todo investimento tem risco, inclusive o de perda do capital, e vender uma propriedade pode levar meses ou anos.
Os riscos e como são tratadosNegócio e acesso
O que é sale-leaseback?
O proprietário vende a terra e a arrenda de volta, para continuar produzindo nela. É uma das formas de negócio da Frontier, ao lado da compra direta, da sociedade com o proprietário e do arrendamento de longo prazo.
Como um proprietário apresenta uma área?
Escrevendo pela página de Contato, em caráter reservado. A partir daí, a área é examinada como qualquer investimento: solo e água em campo, histórico de produção, cadeia dominial e conformidade ambiental.
Como o investidor acompanha o investimento?
Pelo Portal do investidor, com acesso pessoal, restrito a investidores e parceiros convidados. Documentos, relatórios e comunicados ficarão ali, à medida que forem publicados.
Portal do investidorÉ possível investir por este site?
Não. Nenhum produto de investimento é oferecido aqui. Oportunidades, quando houver, serão apresentadas só por documentação própria, a investidores elegíveis e na forma que a regulamentação de cada jurisdição permitir.
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