Vista aérea de colinas de lavoura ao amanhecer, com faixas plantadas em curva de nível, uma estrada rural, um celeiro branco e silos ao longe, e névoa baixa no horizonte.

Quem somos

Terra agrícola para as próximas décadas.

A Frontier Asset Partners investe em terras agrícolas e recursos naturais.

Busca terra que já produz, mas abaixo do seu potencial, em três regiões de agricultura em escala, e trabalha com operadores locais para que ela produza mais, com metas de solo e de água em cada propriedade.

Onde a Frontier busca terra

  • 17,1° S · 56,6° O

    América do Sul

    A Frontier atua no Brasil, na Argentina, no Uruguai, no Paraguai e na Bolívia. Do cerrado ao pampa: grãos, oleaginosas, café e pecuária.

    América do Sul em detalhe
  • 25,8° S · 134,3° L

    Austrália

    Grãos de inverno, algodão e pecuária, com a maior parte da produção vendida no exterior. Na bacia Murray–Darling, a água é negociada à parte da terra.

    Austrália em detalhe
  • 52,9° N · 100,6° O

    América do Norte

    Estados Unidos e Canadá, do Corn Belt às pradarias canadenses. Um mercado maduro, com dados públicos de solo e de preço da terra.

    América do Norte em detalhe
Base cartográfica: Natural Earth (domínio público), em projeção de área igual (Equal Earth). O quadrado na Austrália marca o recorte de satélite da seção seguinte.

Como a terra é escolhida.

A busca começa de longe, em dados públicos e imagens de satélite, passa por proprietários, corretores e operadores locais e termina na propriedade. Premissa que o campo e os documentos não confirmam fica fora do preço.

Imagem de satélite em cor natural, de 15 por 10 quilômetros: lavouras, reservatórios de água das fazendas e o braço norte do rio Condamine, em Nangwee, nas Darling Downs (Queensland, Austrália), em 15 de setembro de 2025.
Darling Downs, Austrália · Sentinel-2B · 15 set. 2025Recorte ilustrativo de 15 × 10 km: não retrata propriedade da Frontier.Contains modified Copernicus Sentinel data 2025

De longe

  • Imagens de satélite da área
  • Levantamentos oficiais de solo e de aptidão agrícola
  • Chuva em séries longas, contando os anos secos
  • Zoneamento agrícola de risco climático, onde existe
  • Distância e frete até armazéns, processadoras e portos
  • Séries públicas de preço da terra e de arrendamento

No campo e nos documentos

  • Solo e aptidão agrícola, analisados na propriedade
  • Água disponível na bacia e direitos de uso em dia
  • Título, cadeia dominial e registro
  • Obrigações ambientais cumpridas
  • Histórico produtivo da área
  • Operador local com histórico comprovado em anos bons e ruins
Os critérios de cada região

Da entrada à saída.

A estrutura de cada investimento é definida antes da compra. Operação e manejo seguem um horizonte medido em décadas, e a saída já entra no plano da compra.

  1. Na entrada

    Estruturação

    Compra direta, sale-leaseback, sociedade com o proprietário ou arrendamento de longo prazo, conforme a terra, o país e os objetivos de cada lado. Antes de fechar, ficam definidos a governança, os incentivos de cada parte e os caminhos de saída.

  2. Durante o investimentoHorizonte medido em décadas

    Operação

    O dia a dia fica com operadores locais, em arrendamento, parceria agrícola ou operação contratada. A Frontier define o plano e as metas, acompanha orçamento, produção e custos de cada safra e vai a campo conferir o que os relatórios informam.

    Manejo responsável

    Metas de solo, água, biodiversidade e condições de trabalho entram no plano de cada propriedade desde o primeiro dia, porque delas depende quanto a terra continua a produzir.

  3. Na saída

    Realização

    Venda, recapitalização ou renovação de contratos, conforme o ciclo agrícola e o momento do mercado. Terra mais produtiva, com documentos e histórico de manejo claros, atrai mais compradores, de investidores institucionais a empresas do agronegócio.

As seis etapas, da originação à realização

A fronteira da produtividade.

Em inglês, “frontier” quer dizer fronteira. A Frontier busca terra que ainda produz abaixo do potencial e trabalha para fazer avançar a fronteira da produtividade sustentável: produzir mais por hectare usando menos água e menos insumo, e deixar o solo mais fértil.

As alavancas, em detalhe

As alavancas de valor

  • Produtividade

    Fertilidade construída, genética adequada, rotação de culturas e agricultura de precisão aproximam a terra do seu potencial. É a alavanca mais direta.

  • Água e irrigação

    Segurança hídrica reduz a dependência da chuva, pode viabilizar mais de uma safra por ano e abre espaço para culturas de maior valor, sempre dentro do que a bacia suporta.

  • Infraestrutura e armazenagem

    Armazéns, secadores, estradas internas e energia reduzem perdas e custo de frete, e dão à propriedade a liberdade de escolher quando vender.

  • Conversão de uso, quando sustentável

    Pastagem degradada que vira lavoura, sequeiro que recebe irrigação, cultura anual que dá lugar a uma perene. Só segue quando a mudança é agronomicamente viável, permitida por lei e ambientalmente sustentável.

Com quem a Frontier trabalha.

Investidores, proprietários de terra e operadores locais. Com quem investe ou tem terra, a conversa começa em caráter reservado.

Investidores

Institucionais e family offices.

O que pode esperar

  • Cada premissa conferida em campo e documentada antes de qualquer compromisso.
  • Estrutura e contratos que alinham os interesses de todos os lados.
  • Acesso pessoal ao Portal do investidor, onde ficarão documentos e relatórios.

Proprietários de terra

Quem tem terra e pensa em vender, arrendar ou formar parceria.

O que pode esperar

  • Mais de uma forma de negócio: venda, sale-leaseback, sociedade ou arrendamento de longo prazo.
  • Conversa reservada, e a área avaliada na propriedade e nos documentos.
  • Regras de governança e de saída combinadas antes de fechar o negócio.

Operadores locais

Da região, escolhidos pelo histórico em safras boas e ruins, pela capacidade técnica e pela reputação.

O que pode esperar

  • Metas e responsabilidades escritas em contrato.
  • Plano e orçamento por safra, com visitas de campo regulares da Frontier.
  • Parceria de longo prazo.

Princípios, na prática.

Valem para todas as propriedades, nas três regiões, da diligência à saída.

Os seis princípios de manejo responsável
  • Horizonte longo

    Safras, ciclos de preço e a recuperação de um solo levam anos para mostrar resultado. Cada investimento é planejado nessa escala.

  • Rigor na entrada

    Diligência profunda e premissas conservadoras. Pagar caro é o erro mais difícil de desfazer num investimento de longo prazo.

  • Interesses alinhados

    Os contratos de cada investimento são escritos para que investidores, proprietários, operadores e a Frontier ganhem com o mesmo resultado: terra mais produtiva, safra após safra.

  • Solo, água e pessoas

    Entram na diligência antes da compra e seguem com metas próprias enquanto a propriedade fizer parte do investimento.

  • Medir antes de afirmar

    Cada indicador de manejo será publicado junto com o método de medição. Sobre carbono, nada se afirma antes de medi-lo com método reconhecido.

Perguntas frequentes

Terra, regiões e riscos

Em que tipo de terra a Frontier investe?

Em terra agrícola em produção, mas que rende abaixo do que poderia: grãos e oleaginosas, cana, café, pecuária, culturas irrigadas e permanentes. Converter uma área, como pastagem degradada em lavoura, exige que a lei permita e que a mudança seja ambientalmente sustentável.

Por que essas três regiões?

Porque reúnem agricultura de escala, produtores profissionais e mercados de terra estabelecidos, com climas, calendários de safra, moedas e regras da água diferentes. Investir nas três espalha os riscos de clima, de preço e de câmbio.

As três regiões

Há restrição para estrangeiro comprar terra?

Sim, e ela muda de um país para outro: vai da notificação ao governo, na Austrália, à proibição na zona de segurança de fronteira, na Bolívia. Cada aquisição passa por análise jurídica local, e a estrutura segue as regras de cada país.

Como os riscos são tratados?

Clima, preço e câmbio, questões jurídicas e fundiárias e a própria operação são mapeados na diligência e acompanhados enquanto o investimento durar. Todo investimento tem risco, inclusive o de perda do capital, e vender uma propriedade pode levar meses ou anos.

Os riscos e como são tratados

Negócio e acesso

O que é sale-leaseback?

O proprietário vende a terra e a arrenda de volta, para continuar produzindo nela. É uma das formas de negócio da Frontier, ao lado da compra direta, da sociedade com o proprietário e do arrendamento de longo prazo.

Como um proprietário apresenta uma área?

Escrevendo pela página de Contato, em caráter reservado. A partir daí, a área é examinada como qualquer investimento: solo e água em campo, histórico de produção, cadeia dominial e conformidade ambiental.

Como o investidor acompanha o investimento?

Pelo Portal do investidor, com acesso pessoal, restrito a investidores e parceiros convidados. Documentos, relatórios e comunicados ficarão ali, à medida que forem publicados.

Portal do investidor

É possível investir por este site?

Não. Nenhum produto de investimento é oferecido aqui. Oportunidades, quando houver, serão apresentadas só por documentação própria, a investidores elegíveis e na forma que a regulamentação de cada jurisdição permitir.

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