Terra produtiva é finita. A demanda por alimentos segue crescendo.
A terra agrícola reúne duas fontes de valor: a renda de cada safra e um ativo físico e escasso, que atravessa ciclos. Nossa tese é escolher bem a terra e fazê-la produzir mais sem esgotar o solo e a água.
Ativo real e escasso
A área agricultável do planeta é limitada e disputada por cidades, infraestrutura e conservação. Terra com bom solo, água e logística não se fabrica.
Demanda crescente
Mais pessoas, renda maior e dietas com mais proteína ampliam a demanda por alimentos, ração e bioenergia.
Inflação e diversificação
A terra é um ativo real: ao longo do tempo, sua renda e seu valor tendem a acompanhar a inflação, e costumam responder a forças diferentes das que movem ações e renda fixa.
Produtividade e manejo geram valor
Correção de solo, irrigação, tecnologia e gestão próxima aumentam a produtividade, e a renda maior se reflete aos poucos no valor da terra.
10,3 bilhões
de pessoas no pico projetado da população mundial, em meados da década de 2080 — ante 8,2 bilhões em 2024Fonte 1
cerca de 50% a mais
de alimentos, ração e biocombustíveis que a agricultura precisará produzir em 2050, ante 2012, para atender à demandaFonte 2
BrasilBolíviaParaguaiArgentinaUruguaiAustráliaCanadáEstados Unidos
Base cartográfica: Natural Earth (domínio público).
Regiões
Três regiões de agricultura em escala.
As três têm produtores profissionais, base técnica e mercados de terra estabelecidos. Cada uma combina renda, valorização e risco de forma diferente, e diversificar entre elas faz parte da tese.
Grãos, oleaginosas, cana, café e proteína animal, com vocação exportadora. Escala e custos competitivos, com espaço para criar valor pela produtividade — como na recuperação de pastagens degradadas.
Grãos e oleaginosas em larga escala e culturas permanentes, como pomares e vinhedos. Mercado maduro, com longas séries de preços de terra e de arrendamento.
Prospecção direta, com proprietários e parceiros locais, de áreas com fundamentos sólidos: solo, água, clima, logística e titulação.
02
Diligência
Solo e água analisados em campo, histórico produtivo, cadeia dominial, conformidade ambiental e premissas de mercado, antes de qualquer compromisso.
03
Estruturação
Aquisição, arrendamento ou parceria, conforme o objetivo de cada investidor e as regras de cada país, com governança e alinhamento de interesses desde o início.
04
Operação
Gestão próxima do campo, com operadores locais selecionados, orçamento por safra e indicadores acompanhados de perto.
05
Manejo responsável
Solo, água, vegetação nativa e pessoas tratados como parte do valor do ativo, com metas e indicadores durante todo o ciclo.
06
Realização
Saída planejada desde a entrada — por venda, recapitalização ou renovação de contratos — conforme o ciclo agrícola e o momento do mercado.
Manejo responsável
Solo, água, natureza e pessoas.
Esses quatro fatores determinam quanto uma terra produz ao longo dos anos, e por isso cada um tem objetivos próprios no plano de cada propriedade.
Solo
Plantio direto, cobertura e rotação de culturas, com a fertilidade corrigida a partir de análise de solo.
Água
Irrigação eficiente, outorgas e direitos de uso em dia, e proteção de nascentes e matas ciliares.
Biodiversidade
Vegetação nativa e áreas protegidas preservadas, corredores ecológicos mantidos e manejo integrado de pragas.
Pessoas
Trabalho formal e seguro, operadores e comunidades locais como parceiros de longo prazo e diálogo aberto com a vizinhança.
Estamos à disposição de investidores institucionais, family offices e proprietários interessados no investimento em terras agrícolas. A primeira conversa é reservada.